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Datas comemorativas Património

Dia da Lã

Dia da lã 2022 no Corvo! Um dia feliz a reviver memórias e a partilhar emoções. Obrigada a todos os que ajudaram a recriar este dia memorável.

No passado dia 10 de junho o Ecomuseu do Corvo teve a honra recriar a atividade do “Dia da lã”, junto ao Santo Antão.

Em 1969 foi o último ano em que se realizou a tosquia comunitária das ovelhas!
Uma tradição que, como muitos sabem, significava um dia de muito trabalho, mas também um dia de convívio, partilha e alegria.
O Ecomuseu do Corvo pretendeu, com a ajuda da comunidade, recuperar uma tradição que se encontra extinta há 53 anos, de modo a reativar, preservar e valorizar a memória coletiva da comunidade corvina.


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Património

Intervenção de Conservação Preventiva

As técnicas do Ecomuseu têm realizado a desinfestação individual de cada peça com componentes de madeira, através da aplicação de xylophene (solução química com propriedades inseticidas, sem caraterísticas de afetação da própria madeira).

Identificaram-se as peças como estáveis, apresentando apenas pequenas lacunas na madeira e ligeiros danos. Destaque para a presença de insetos xilófagos, ou seja, que se alimentam de madeira, nomeadamente o conhecido “caruncho”, nome coloquial para os insetos coleópteros pentâmeros que pertencem à família Bruchidae.

Com esta ação pretende-se evitar a desintegração rápida das peças!

Ao longo do ano serão efetuadas outras ações relacionadas com o Inventário Participativo do Património Móvel do Corvo.

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Oficinas e Workshops Património

Oficina “Ofícios e Ferramentas de Antigamente”

Durante o mês de fevereiro, o Ecomuseu deu continuidade à oficina de “Ofícios e ferramentas de antigamente”.

Recebemos, em distintas sessões, as turmas da Escola Básica e Secundária Mouzinho da Silveira, que participaram em diferentes atividades adequadas às diferentes turmas e níveis etários.

Nestas atividades, as crianças e jovens tiveram contacto com vários instrumentos antigos de alfaia agrícola e ficaram a conhecer a sua designação e função. Foram, ainda, explicados os vários processos pelos quais os objetos etnográficos passam até ficarem patentes ao público, por meio de jogos didáticos e atividades práticas de inventariação.

Esta oficina decorre no âmbito do projeto “Inventário Participativo do Património Móvel do Corvo”.

Oficina Ofícios e ferramentas de antigamente

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1.ª Campanha do Património do Corvo

Decorreu entre os dias 13 a 25 de setembro a primeira Campanha do Património Do Corvo. Foram realizadas diferentes ações, sendo de destacar a campanha de prospeção arqueológica no lugar do Engenho; a intervenção arqueológica no moinho do Caldeirão; os trabalhos de conservação preventiva em espólio do Ecomuseu, nomeadamente de um tear; as sessões de sensibilização patrimonial , para o público mais jovem e a dinamização da atividade ”arqueólogo por um dia”.

Pretendeu-se com esta campanha promover o conhecimento da História da ocupação do território por parte desta comunidade secular; salvaguardar, valorizar e comunicar o património da ilha do Corvo; aprofundar o conhecimento acerca da produção de pastel-dos-tintureiros (Isatis tinctoria) na ilha do Corvo; proceder ao levantamento da mó encontrada num terreno particular, na zona do Engenho; Identificar e registar a restante estrutura que pertenceria ao engenho de pastel e cuja localização é desconhecida e proceder a uma intervenção arqueológica no moinho de maré do Caldeirão. Em simultâneo foram realizadas, para a comunidade, ações de sensibilização para o Património e no final foi feita a apresentação pública dos resultados obtidos na campanha.

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Campanha do Património do Corvo

1ª Campanha do Património

Intervenção no tear típico do Corvo, do início do séc. XX , cujo proprietário é o Sr. João Mendonça.

Iniciou-se uma intervenção de conservação preventiva do tear, que se constitui como uma peça, quase exclusiva, da Memória da tecelagem na Ilha do Corvo. Uma iniciativa do Ecomuseu do Corvo, com a colaboração do Centro do Património Móvel, Imaterial e Arqueológico dos Açores.

Esta é apenas a primeira fase de uma intervenção que exige outros trabalhos que irão ficar para uma segunda intervenção. Nesta primeira fase fez-se a análise do estado de conservação do tear e uma intervenção de desinfestação do mesmo.

Agora as peças terão de ficar um mês em quarentena para serem, mais tarde, submetidas a uma nova intervenção.

Aos que colaboraram neste trabalho, os nossos agradecimentos. Espera-nos ainda muito trabalho até chegarmos onde pretendemos: colocar o tear a funcionar e recuperar toda a coleção etnográfica.